-Ter identificação e registro hospitalar;
-Ter a causa do coma estabelecida e conhecida;
-Não apresentar hipotermia (temperatura do corpo inferior a 35°C), hipotensão arterial ou estar sob efeitos de drogas depressoras do sistema nervoso central;
-Passar por dois exames neurológicos que avaliem o estado do tronco cerebral. Esses exames devem ser realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e de transplantes;
-Submeter-se a exame complementar que demonstre morte encefálica, caracterizada pela ausência de fluxo sanguíneo em quantidade necessária no cérebro, além de inatividade elétrica e metabólica cerebral;
-Estar comprovada a morte encefálica. Situação bem diferente do coma, quando as células do cérebro estão vivas, respirando e se alimentando mesmo que com dificuldade ou um pouco debilitadas.
Obs: Após diagnosticada a morte encefálica, o médico da Unidade de Terapia Intensiva ou da equipe de captação de órgãos, deve informar a família de forma clara e objetiva que a pessoa está morta, e que nesta situação, os órgãos podem ser doados para transplante
Nenhum comentário:
Postar um comentário